Mostrando postagens com marcador Facebook. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Facebook. Mostrar todas as postagens

8 de janeiro de 2014

FaceBook pré-histórico

Achei no FaceBook ;-)) publicada pela

Revista Literaria La Noche de las Letras.

É uma boa imagem para se começar uma conversa com professores sobre comunicação e redes sociais.

Certamente, no próximo encontro de formação de professores sobre o uso de redes sociais com finalidades pedagógicas, vou usar este recurso ;-))

O que vocês acham?


2 de julho de 2013

Nem tudo é FaceBook e Twitter: #mapa do cenário atual da mídia social

Redes sociais são o assunto do momento... afinal, é atribuído a elas o sucesso na organização de protestos pelo mundo todo. Porém, o termo está banalizado e carece de precisão de significado ... a começar por não diferenciar mídia social de rede social e confundir ferramentas tecnológicas com redes de pessoas. Este aspecto merece post mais detalhado ;-)

Mas, para iniciar o aclaramento desses conceitos, compartilho aqui The Conversation PrismDesenvolvido desde 2008 por Brian Solis, é um mapa do cenário da mídia social. É um estudo em curso na etnografia digital que monitora as redes sociais dominantes e promissoras e as organiza em 26 categorias, de acordo como elas são utilizados na vida cotidiana.

The Conversation Prism

8 de agosto de 2011

Google Plus e a sala de aula

Passada a euforia com o surgimento de mais um recurso Google - a rede social Google Plus - chegou o momento de começar a olhar mais atentamente para ele - do ponto de vista do educador -  e buscar suas possibilidades para a sala de aula e seus avanços em relação às demais redes já existentes, que já estão sendo usadas pelos educadores em sua prática pedagógica.


Afinal, uma ferramenta que se apresenta como uma novidade que tem por objetivo tornar mais simples o compartilhamento e fazer com que a conexão entre as pessoas na web seja mais parecida com a da vida real merece a atenção, a observação e a análise dos educadores. Vivemos a cultura do compartilhamento e as facilidades são sempre bem-vindas. Falo aqui hoje sobre as funcionalidades círculos e hangouts.


Círculos: compartilhar coisas diferentes com pessoas diferentes

O sistema +Circles  possibilita ao professor criar diferentes círculos de amizade e dar acesso a informações sobre sua vida apenas às pessoas que desejar.

Essa funcionalidade - bastante simples de usar -  era muito almejada: minimiza o receio que os professores têm de "misturar" sua vida pessoal com a profissional. Organiza as relações!

Ao agrupar as pessoas por critérios de interesses e conveniências, os círculos garantem mais privacidade que as demais redes sociais - FaceBook e Orkut, por exemplo - e possibilitam um melhor gerenciamento dos assuntos e dos amigos.   

Por outro lado, a funcionalidade permite ao professor criar círculos não apenas de pessoas, mas de temas, projetos, disciplinas, turmas.

Isso significa que o professor consegue organizar e acompanhar com mais facilidade as atividades educativas propostas nessa rede.

Hangouts: encontros na rede     

     
Este é um recurso interessante para videochats / videoconferências.

Ideal para realizar reuniões de grupos, discussões entre classes em pequenos grupos etc..

Gratuito, tem funcionamento mais eficiente que o das ferramentas open source existentes.

A vantagem em relação ao videochat do FaceBook  é que no Google+ a comunicação não é apenas de um para um: permite até 10 pessoas em cada sessão, o que abre um leque grande de possibilidades de uso pelos professores com seus alunos.

Em um próximo post, vou falar mais sobre outras funcionalidades do Google+.

Saiba+

13 de junho de 2011

"O pavor das novas tecnologias apenas revela o quanto a escola é cada dia mais anacrônica."

"Nossa trajetória tecnológica atual promete inovações inimagináveis; com características de montanha russa, sem sistema de freio. Ainda que esta trajetória seja emocionante, a velocidade do movimento é tamanha que, via de regra, carecemos de tempo para pensar nas conseqüências indesejáveis que podem acompanhá-la."

Considerando a fala* acima, de Jason Ohler , La Educación del Carácter en la Era Digital, abro um espaço aqui para "pensar" um pouco a relação da escola com os novos recursos de informação e comunicação que as novas tecnologias oferecem. No caso, as redes sociais online.

Para começar essa reflexão, destaco o recente episódio acontecido no Rio de Janeiro:

A suspensão de uma aluna de 15 anos que criou uma comunidade na rede social Facebook para a troca de informações sobre tarefas e provas da escola pH virou caso de polícia no Rio.
Após Jannah Nebbeling chegar sozinha de táxi em casa dizendo ter sido coagida a apagar a página sob risco de prisão, a mãe dela, Andrea Coelho, registrou queixa. Ela entrou, também, com processo por danos morais contra a escola.


Uma outra matéria, do Masters in Teaching, traz um infográfico (ao lado - clique para aumentar) que mostra outros episódios que têm acontecido na relação professor-aluno no Facebook.

Conclusão preliminar e óbvia: essa relação professor-alunos nas redes sociais precisa ser melhor trabalhada. 

É uma tarefa urgente...e nova! 
Como fazer isso?

O que vocês acham?  


Em tempo: a dica do texto A educação do caráter na era digital foi do João Curvello, Jornalista por formação, professor da graduação e do Mestrado em Comunicação da Universidade Católica de Brasília, pesquisador da Comunicação Organizacional.
http://twitter.com/joaocurvello
http://www.acaocomunicativa.pro.br

16 de fevereiro de 2011

O que você faria se um aluno o(a) insultasse no Facebook?

Irritado com a tamanho/quantidade da lição de casa, Donny Tobolski, estudante americano do primeiro ano do ensino médio, escreveu na sua página do FaceBook que a sua professora era uma “gorda que devia parar de comer fast food, e uma escrota”.*

Fez essa postagem do computador da sua casa, fora do horário das aulas, mas a escola aplicou uma penalidade a ele: uma suspensão.

Em sua defesa, a União Americana de Liberdade Civil  considerou essa medida como uma violação do direito à liberdade de expressão do aluno. O diretor da escola - a Mesa Verde High -  anulou então a punição.  O comentário está bloqueado, de acordo com as leis federais e estaduais e o Código de Educação do país. 


O que diz a mãe?  
Em depoimento ao jornal San Francisco Chronicle, a mãe admite que o comentário foi inapropriado e justifica:
“(…) ele estava apenas desabafando, como todo mundo costuma fazer, sentado na grama durante o intervalo”, disse ela. “Alunos sempre vão comentar sobre seus professores. Eu não quero ele falando desse jeito a respeito de nenhuma figura de autoridade, mas não o bastante para um ato disciplinar que ficaria no histórico do garoto. Ele não representou nenhum tipo de perigo, (...)"
O que VOCÊ faria?     Para levantar esta questão aqui no Lousa, publiquei há uns dias uma enquete - obviamente sem valor de pesquisa - apenas para ter uma idéia do que os professores fariam em uma situação semelhante.

Agradeço muito aos 66 educadores que responderam.

Segue o resultado.
  • O que você faria se um aluno seu a (o) chamasse de gorda (o) e escrota (o) no Facebook?
  1. Ignoraria 9 (13%)
  2. Conversaria com ele sobre 17 (25%)
  3. Promoveria debate em sala de aula sobre liberdade de expressão 34 (51%)
  4. Exigiria sua suspensão por 3 dias  0 (0%)
  5. Exigiria retratação via FaceBook  2 (3%)
  6. Postaria mensagem no FaceBook dizendo que ele é sem educação e escrotinho  4 (6%)
Conto com vocês para fazer uma análise -  via comentários -  desse resultado. Mas vou deixando já algumas considerações iniciais:
  • fiquei assustada com o número de educadores - 13% -  que optaram pela alternativa 1: ignorar. Quero acreditar que talvez fosse mesmo por não ter idéia do que fazer, como agir, já que o fato havia acontecido no "virtual" e não no presencial. Inclusive, recebi uma sugestão pelo Twitter pra colocar a opção "Não sei"... mas a enquete já havia recebido votos e não podia mais ser editada.
  • considero um bom sinal não ter havido votos para a opção 4: pode indicar que professores já saibam que essas medidas burocráticas da escola tradicional - a suspensão, no caso - não se aplicam às ações de seus alunos em ambientes virtuais. Que nesses ambientes, as estratégias de relacionamento são outras. Enfim, que transpor o presencial para o virtual não é boa solução. Nem no presencial essa medida funciona!!!
  • a opções 2(25%) e 3(51%) denotam a vontade do educador em debater a questão. Sempre é bom conversar individualmente, mas também sempre é "muito" bom colocar questões polêmicas como esta  para o grupo de alunos e conseguir uma decisão compartilhada, o que a torna mais legítima. Ao optar por uma das duas (2 ou 3) o educador entendeu que a atitude do aluno era inaceitável, inapropriada e que esse comportamento precisava  ser discutido. Entendeu também que comportamentos em ambientes virtuais deve sim ser assunto a ser conversado entre alunos e professores. É currículo!
  •  as opções 5 e 6 me surpreenderam... e muito!
Aguardo comentários !!!

14 de outubro de 2009

Obama: eu vi assim!

Apresentação que fiz na Campus Party 2009, em 21 de janeiro deste ano, exatamente um dia após a posse do presidente Obama.
Eu havia assistido, na véspera, a posse do presidente americano pela Internet. Foi uma transmissão histórica que integrou, pela primeira vez, as redes CNN e FaceBook. Assim, pude ir trocando impressões on line com meus amigos e, quase que automaticamente, fui registrando tudo - fazendo prints das telas, anotando. Quando terminou, organizei o o material em uma apresentação e é ela que compartilho aqui com vocês. Espero que gostem!

22 de janeiro de 2009

Obama + CNN + FaceBook = futuro da TV

Beth Saad publicou no Intermezzo uma reflexão sobre a posse de Obama e a experiência de compartilhamento nas redes sociais: o caso CNN.com Live + Facebook . Imperdível.
Na imagem que capturei durante a transmissão, Beth Saad e Dani Bertocchi interagindo.
Clique na imagem para ampliar.