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1 de março de 2011

Paulo Freire:
fonte de inspiração e referência para o campo da comunicação

Em um de meus posts anteriores, Paulo Freire e o Twitter, disse que um trecho da Carta de Paulo Freire aos Professores havia me chamado muito a atenção e me levado a imaginar que ele não hesitaria em recomendar aos professores que tuitassem ao menos "três vezes por semana". 

O post teve grande repercussão e suscitou uma boa conversa sobre a relação educação e as novas tecnologias da informação e da comunicação - tanto aqui como no Twitter. 

Foram muitas as mensagens recebidas, dentre as quais, destaco neste post, esta enviada por
http://tinyurl.com/4cbhkkw
Comunicação e Cultura em Paulo Freire 
p/ @soniabertocchi

Agradeço muito à Márcia Ribeiro, responsável pelo perfil @sibiunitau, por ter enviado o  link e convido todos vocês a lerem Comunicação e cultura em Paulo Freire, artigo muito bom de Venício A. de Lima* que defende: 

"as reflexões de Freire sobre comunicação 
nunca estiveram tão atuais" 
 e   
"Freire teoriza a comunicação interativa antes da revolução digital, vale dizer, antes da internet e de suas redes sociais".

O texto, além de profundidade, uma bibliografia excelente, traz também um "causo" logo no início...imperdível... e que dá pano para um outro post !


*Venício A. de Lima é jornalista, sociólogo, mestre, doutor e pós-doutor pela Universidade de Illinois; pós-doutor pela Universidade de Miami; professor-titular de Ciência Política e Comunicação aposentado da Universidade de Brasília; fundador e primeiro coordenador do Núcleo de Estudos sobre Mídia e Política da UnB, ex-professor convidado da EPPG-UFRJ, UFPA,UFBA, UCB e UCS, no Brasil, e das universidades de Illinois, Miami e Havana.

28 de fevereiro de 2011

Carta de Paulo Freire aos Professores

Faz tempo que quero publicar aqui a Carta de Paulo Freire aos professores. Não sei porque não o fiz ainda... Mas agora deixo o link para a íntegra ... e pequenos trechos para suscitar o desejo de ler mais!!!

Estudar é desocultar, é ganhar a compreensão mais exata do objeto, é perceber suas relações com outros objetos. Implica que o estudioso, sujeito do estudo, se arrisque, se aventure, sem o que não cria nem recria.

Se estudar, para nós, não fosse quase sempre um fardo, se ler não fosse uma obrigação amarga a cumprir, se, pelo contrário, estudar e ler fossem fontes de alegria e de prazer, de que resulta também o indispensável conhecimento com que nos movemos melhor no mundo, teríamos índices melhor reveladores da qualidade de nossa educação.