Mostrando postagens com marcador Paulo Freire. Mostrar todas as postagens
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26 de agosto de 2013
1 de março de 2011
Paulo Freire:
fonte de inspiração e referência para o campo da comunicação
Em um de meus posts anteriores, Paulo Freire e o Twitter, disse que um trecho da Carta de Paulo Freire aos Professores havia me chamado muito a atenção e me levado a imaginar que ele não hesitaria em recomendar aos professores que tuitassem ao menos "três vezes por semana".
O post teve grande repercussão e suscitou uma boa conversa sobre a relação educação e as novas tecnologias da informação e da comunicação - tanto aqui como no Twitter.
Foram muitas as mensagens recebidas, dentre as quais, destaco neste post, esta enviada por
Agradeço muito à Márcia Ribeiro, responsável pelo perfil @sibiunitau, por ter enviado o link e convido todos vocês a lerem Comunicação e cultura em Paulo Freire, artigo muito bom de Venício A. de Lima* que defende:
O texto, além de profundidade, uma bibliografia excelente, traz também um "causo" logo no início...imperdível... e que dá pano para um outro post !
*Venício A. de Lima é jornalista, sociólogo, mestre, doutor e pós-doutor pela Universidade de Illinois; pós-doutor pela Universidade de Miami; professor-titular de Ciência Política e Comunicação aposentado da Universidade de Brasília; fundador e primeiro coordenador do Núcleo de Estudos sobre Mídia e Política da UnB, ex-professor convidado da EPPG-UFRJ, UFPA,UFBA, UCB e UCS, no Brasil, e das universidades de Illinois, Miami e Havana.
O post teve grande repercussão e suscitou uma boa conversa sobre a relação educação e as novas tecnologias da informação e da comunicação - tanto aqui como no Twitter.
Foram muitas as mensagens recebidas, dentre as quais, destaco neste post, esta enviada por
Agradeço muito à Márcia Ribeiro, responsável pelo perfil @sibiunitau, por ter enviado o link e convido todos vocês a lerem Comunicação e cultura em Paulo Freire, artigo muito bom de Venício A. de Lima* que defende:
"as reflexões de Freire sobre comunicação
nunca estiveram tão atuais"
nunca estiveram tão atuais"
e
"Freire teoriza a comunicação interativa antes da revolução digital, vale dizer, antes da internet e de suas redes sociais".
O texto, além de profundidade, uma bibliografia excelente, traz também um "causo" logo no início...imperdível... e que dá pano para um outro post !
*Venício A. de Lima é jornalista, sociólogo, mestre, doutor e pós-doutor pela Universidade de Illinois; pós-doutor pela Universidade de Miami; professor-titular de Ciência Política e Comunicação aposentado da Universidade de Brasília; fundador e primeiro coordenador do Núcleo de Estudos sobre Mídia e Política da UnB, ex-professor convidado da EPPG-UFRJ, UFPA,UFBA, UCB e UCS, no Brasil, e das universidades de Illinois, Miami e Havana.
28 de fevereiro de 2011
Paulo Freire e o Twitter
Publiquei recentemente a Carta de Paulo Freire aos professores e, relendo, um trecho me chamou muito a atenção e me levou a imaginar que Paulo Freire não hesitaria em recomendar aos professores que tuitassem ao menos "três vezes por semana" ... Vejam:
Com exceção da carta para destinatário inexistente, que certamente, não caberia em 140 caracteres, o que PF propõe se encaixa perfeitamente na categoria tuíte. Mas, mesmo assim, uma carta poderia ser postada em pequenos trechos...
Quanto à avaliação crítica desses pequenos textos, creio que ele ficaria exultante com a possibilidade de ela ser amplificada, se dar em tempo real, colaborativamente, em rede.
Débora Sebriam
disse...
@SoniaBertocchi Paulo Freire e o Twitter http://tinyurl.com/6jrvh79
Em tempo: esta carta foi retirada do livro Professora sim, tia não. Cartas a quem ousa ensinar (Editora Olho D'Água, 10ª ed., p. 27-38) no qual Paulo Freire dialoga sobre questões da construção de uma escola democrática e popular. Escreve especialmente aos professores, convocando-os ao engajamento nesta mesma luta. Este livro foi escrito durante dois meses do ano de 1993, pouco tempo depois de sua experiência na condução da Secretaria de Educação de São Paulo.
"Pensando na relação de intimidade entre pensar, ler e escrever e na necessidade que temos de viver intensamente essa relação, sugeriria a quem pretenda rigorosamente experimentá-la que, pelo menos, três vezes por semana, se entregasse à tarefa de escrever algo. Uma nota sobre uma leitura, um comentário em torno de um acontecimento de que tomou conhecimento pela imprensa, pela televisão, não importa. Uma carta para destinatário inexistente. É interessante datar os pequenos textos e guardá-los e dois ou três meses depois submetê-los a uma avaliação crítica."
Com exceção da carta para destinatário inexistente, que certamente, não caberia em 140 caracteres, o que PF propõe se encaixa perfeitamente na categoria tuíte. Mas, mesmo assim, uma carta poderia ser postada em pequenos trechos...
Quanto à avaliação crítica desses pequenos textos, creio que ele ficaria exultante com a possibilidade de ela ser amplificada, se dar em tempo real, colaborativamente, em rede.
O que vocês acham? Viajei?
Como sei que nem todo mundo tem o hábito de ler os comentários, vou inovar aqui e trazer os comentários para o corpo do post... assim, a discussão fica mais visível. Vamos lá com os primeiros que chegaram... depois, incorporo os demais!
Débora Sebriam
disse... - Olá Sônia, Você não viajou não, é uma boa analogia! Eu embarco na tua nave e digo que podia ser algo além de twitter! Atualizar um blog 3 vezes por semana poderia entrar. Publicar algo nos grupos do facebook e por aí vai :) Débora
- 28/02/11 10:47
- Thiago
disse... - Muito bom Sônia, como consultor em inovação e tecnologias na educação concordo com a utilização consciente dos meios tecnológicos. A tecnologia é um parque de diversões, além de um campo de aprimoramento e de inovação fantástico que co-criamos. Um abraço Thiago Chaer
- 28/02/11 11:44
- DaisyGrisolia
disse... - Olá Sonia, acho que o genial Paulo Freire curtiria adoidado o twitter e logo daria um jeito de colocar todos os alunos trocando, pensando, escrevendo. Não vejo nada mais a favor do dialógico do que todas as possibilidades trazidas pelo uso da web a favor da inteligência coletiva. abs Daisy Grisolia
- 28/02/11 13:56
-
homo sapiens
disse... - Olá Sonia ! Paulo Freire certamente adoraria as novas possibilidades proporcionadas pelas tics, principalmente sua aplicação nas redes sociais. Um abraço ! http://linuxeeducacao.blogspot.com
- 28/02/11 15:36
-
Ingrid Romero
disse... - Me parece que en efecto, superando las diferencia entre lo que PF pensaba y la actualidad, no deja de perder vigencia este consejo por demás útil. Muito bem :)
- 28/02/11 18:11
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Ingrid Romero
disse... - Puedo comentar desde Lima :) no es maravillosa la tecnología?!
- 28/02/11 18:12
- Andréa Barreto
disse... - Não sei!!! Talvez Freire gostaria de usar essa ferramenta para expor e trocar ideias sim. Mas acho que ele não abriria mão de falar em público também. Tudo na medida certa. Beijos, Andréa
- 28/02/11 21:45
-
Teresa Pitombo
disse... - Sonia, bela analogia. E Paulo Freire sempre esteve à frente do "lugar comum" e seria quiser que impossível ele não tomar ciência e participar desse universo tecnológico. Concordo também que não deixaria de lado as oportunidades de trocar ideias "frente a frente" com as pessoas. Abs Profª Teresa Pitombo @Teresa_Pit
- 01/03/11 10:24
- Priscila
disse... - Oi Sonia, Sabe que encontrei um livro muito legal no aeroporto de Madri, que justamente faz analogia dos tempos de hoje com o que disseram famosos pensadores da humanidade. É de um publicitário espanhol, estou lendo, dp posso te emprestar. bjs Pri
- 21/03/11 17:35
-
Maia
disse... - Também poderia ser um blog para os nem tão sucintos assim...
- 22/06/11 12:19
- Luciana Barros disse...
- Adorei a viagem reflexiva sobre Freire. Ele provavelmente iria ultilizar todos os meios tecnológicos para incluir todos em seus debates para a melhoria e crescimento da Educação, não se detendo em poucos isntrumentos, mas abragendo a todos sem exclusão principalmente dos aprendentes.
- 23/06/11 11:22
-
Teresa Pitombo
- Andréa Barreto
Comentários via Twitter: - DaisyGrisolia
[Infelizmente Orkut falhou totalmente nisso] RT@FAngelico
//#ADOREI
O CARA SABIA DAS COISAS! --> RT @SoniaBertocchi: Lousa Digital: Paulo Freire e o Twitter http://t.co/wvmbjKi
: "Paulo Freire e o Twitter", intrigante analogia de
@soniabertocchi e bem no clima do #porqueticO CARA SABIA DAS COISAS! --> RT @SoniaBertocchi: Lousa Digital: Paulo Freire e o Twitter http://t.co/wvmbjKi
Em tempo: esta carta foi retirada do livro Professora sim, tia não. Cartas a quem ousa ensinar (Editora Olho D'Água, 10ª ed., p. 27-38) no qual Paulo Freire dialoga sobre questões da construção de uma escola democrática e popular. Escreve especialmente aos professores, convocando-os ao engajamento nesta mesma luta. Este livro foi escrito durante dois meses do ano de 1993, pouco tempo depois de sua experiência na condução da Secretaria de Educação de São Paulo.
Carta de Paulo Freire aos Professores
Faz tempo que quero publicar aqui a Carta de Paulo Freire aos professores. Não sei porque não o fiz ainda... Mas agora deixo o link para a íntegra ... e pequenos trechos para suscitar o desejo de ler mais!!!
Estudar é desocultar, é ganhar a compreensão mais exata do objeto, é perceber suas relações com outros objetos. Implica que o estudioso, sujeito do estudo, se arrisque, se aventure, sem o que não cria nem recria.
Se estudar, para nós, não fosse quase sempre um fardo, se ler não fosse uma obrigação amarga a cumprir, se, pelo contrário, estudar e ler fossem fontes de alegria e de prazer, de que resulta também o indispensável conhecimento com que nos movemos melhor no mundo, teríamos índices melhor reveladores da qualidade de nossa educação.
Estudar é desocultar, é ganhar a compreensão mais exata do objeto, é perceber suas relações com outros objetos. Implica que o estudioso, sujeito do estudo, se arrisque, se aventure, sem o que não cria nem recria.
Se estudar, para nós, não fosse quase sempre um fardo, se ler não fosse uma obrigação amarga a cumprir, se, pelo contrário, estudar e ler fossem fontes de alegria e de prazer, de que resulta também o indispensável conhecimento com que nos movemos melhor no mundo, teríamos índices melhor reveladores da qualidade de nossa educação.
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