12 de outubro de 2013

O professor diante dos avanços tecnológicos: muita pressão

Todo professor, hoje, sofre pressão para inovar sua prática. 

Há uma "cobrança" para ficar em dia com a cultura digital.
Cobrança externa e cobrança interna. Com maior ou menor intensidade. Mas é fato.

Mas será que só  agora estamos sofrendo pressões para incorporar tecnologias à nossa prática?

Afinal, a maioria de nós, já vivenciou (na prática pedagógica) o momento em que predominavam as tecnologias do reprodutível (eletromecânicas) jornal, fotografia e cinema – com foco no automatismo e na mecanização da vida. Em outros momentos, o foco estava nas tecnologias da difusão (eletroeletrônicas) rádio e TV que deram origem à chamada cultura de massa,  onde há um pólo emissor com uma penetração imensa entre os receptores. E ainda, momentos em que as tecnologias do disponível , vídeo-cassete, controle remoto, walkman, DVD,TV a cabo, que personalizaram a recepção, foram hiper-valorizadas.

E, muitas vezes, esses três tipos de tecnologias ao mesmo tempo.


Adaptado de entrevista de Lúcia Santaella
http://ow.ly/pKTSs 
Agora, estamos vivendo o momento de convivência simultânea com mais dois grupos de tecnologias: tecnologias do acesso - modem, mouse, software, mas, principalmente  a Internet, que permite, em um clique, o acesso a uma infinidade de informações; e as tecnologias da conexão contínua / móveis - telefones celulares e outras tecnologias  nômades que independem de cabos e outros recursos para se ter acesso à informação.

Ou seja, os cinco tipos ainda, em certa medida, convivem.É a mistura do antigo com o mais recente gerando uma nova cultura. 

Neste caso a cultura digital.