2 de outubro de 2005

Sete motivos pelos quais um professor deveria criar um blog: a repercussão

No dia 26 passado, citei o artigo da Dra.Betina von Staa "Sete motivos para um professor criar um blog". Pois vamos às repercussões: a dica foi absorvida pelo Intermezzo que colocou um link nos seus "apontamentos da semana". O Lousa agradece.
No dia 01 de outubro, a dica foi citada no blog do II Encontro de Weblogs criado pelo pessoal pela Universidade da Beira Interior (Covilhã) PT que promove esse evento internacional.
Recebeu, então, em 02/10, um comentário de M.J.Matos, que empreendeu "uma excursão exploratória pelo espaço internético sobre a matéria até me deparar com um artigo que me deixou a meditar. Recomendo a sua leitura a quem tenha interesse no desenvolvimento de aproximações não presenciais ao Ensino em geral e ao ES em particular. O artigo vale mais pelas questões que levanta, contendo um grupo importante de referências sobre o assunto. A ideia mais importante que dele retiro, em relação à utilização de blogues em educação, tem a ver com a liberdade que o meio dá para uma melhor representação dos interesses individuais de cada utilizador, expresso nos seus textos, mas também nas ligações que estabelece com outros espaços idênticos. Implica, naturalmente, a utilização de blogues em rede, os dos alunos, deixando de lado o modelo de um blogue central, o do professor, como catalizador das discussões. A falha do modelo é explicada pela violação de uma regra básica, a transposição para um novo meio de uma estratégia clássica de ensino."
Para não me alongar, como disse o próprio Matos, deixo-os com a referência:
Anne Bartlett-Bragg & James Farmer, (2005). Blogs @ Anywhere: High fidelity online communication . Seguindo mais uma vez o conselho do Matos: não se esqueçam dos comentários que se seguem ao texto, há referências relevantes.