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13 de fevereiro de 2013

Brasil: capital mundial das redes sociais


O Brasil vem sendo considerado a capital mundial das redes sociais. Isto é verdade? Quais seriam os motivos? 

Veja o que especialistas falam em recente matéria do The Wall Street Journal. 


No Brasil "é comum alguém  falar com você no elevador ou em um restaurante apenas para começar uma conversa", diz Alexandre Hohagen, vice-presidente da divisão América Latina do Facebook. Usuários brasileiros, especialmente gostam de conversar, quase constantemente, sobre programas de TV, esportes e notícias, continua Alexandre. "Eu acho que nossa cultura  realmente torna as pessoas muito mais abertas para adicionar e se conectar com amigos."
Álvaro Paes de Barros, diretor de parcerias de conteúdo do YouTube na América Latina, declara: "Os brasileiros têm essa paixão para compartilhar informações, compartilhar fotos", diz . "Entretanto, com a Copa do Mundo e Jogos Olímpicos no Brasil em breve, diz ele, conteúdos brasileiros estão se espalhando mais, porque "há muita curiosidade sobre o país."
E você? O que pensa sobre? Concorda com eles? Acha que nosso "jeitinho brasileiro" tem a ver com nosso crescimento nas redes? Ou acha que é um modismo e que tudo isso vai passar? 




13 de junho de 2011

"O pavor das novas tecnologias apenas revela o quanto a escola é cada dia mais anacrônica."

"Nossa trajetória tecnológica atual promete inovações inimagináveis; com características de montanha russa, sem sistema de freio. Ainda que esta trajetória seja emocionante, a velocidade do movimento é tamanha que, via de regra, carecemos de tempo para pensar nas conseqüências indesejáveis que podem acompanhá-la."

Considerando a fala* acima, de Jason Ohler , La Educación del Carácter en la Era Digital, abro um espaço aqui para "pensar" um pouco a relação da escola com os novos recursos de informação e comunicação que as novas tecnologias oferecem. No caso, as redes sociais online.

Para começar essa reflexão, destaco o recente episódio acontecido no Rio de Janeiro:

A suspensão de uma aluna de 15 anos que criou uma comunidade na rede social Facebook para a troca de informações sobre tarefas e provas da escola pH virou caso de polícia no Rio.
Após Jannah Nebbeling chegar sozinha de táxi em casa dizendo ter sido coagida a apagar a página sob risco de prisão, a mãe dela, Andrea Coelho, registrou queixa. Ela entrou, também, com processo por danos morais contra a escola.


Uma outra matéria, do Masters in Teaching, traz um infográfico (ao lado - clique para aumentar) que mostra outros episódios que têm acontecido na relação professor-aluno no Facebook.

Conclusão preliminar e óbvia: essa relação professor-alunos nas redes sociais precisa ser melhor trabalhada. 

É uma tarefa urgente...e nova! 
Como fazer isso?

O que vocês acham?  


Em tempo: a dica do texto A educação do caráter na era digital foi do João Curvello, Jornalista por formação, professor da graduação e do Mestrado em Comunicação da Universidade Católica de Brasília, pesquisador da Comunicação Organizacional.
http://twitter.com/joaocurvello
http://www.acaocomunicativa.pro.br

28 de fevereiro de 2011

Paulo Freire e o Twitter

Publiquei recentemente a Carta de Paulo Freire aos professores e, relendo, um trecho me chamou muito a atenção e me levou a imaginar que Paulo Freire não hesitaria em recomendar aos professores que tuitassem ao menos "três vezes por semana" ... Vejam:

"Pensando na relação de intimidade entre pensar, ler e escrever e na necessidade que temos de viver intensamente essa relação, sugeriria a quem pretenda rigorosamente experimentá-la que, pelo menos, três vezes por semana, se entregasse à tarefa de escrever algo. Uma nota sobre uma leitura, um comentário em torno de um acontecimento de que tomou conhecimento pela imprensa, pela televisão, não importa. Uma carta para destinatário inexistente. É interessante datar os pequenos textos e guardá-los e dois ou três meses depois submetê-los a uma avaliação crítica."

Com exceção da carta para destinatário inexistente, que certamente, não caberia em 140 caracteres, o que PF propõe se encaixa perfeitamente na categoria tuíte. Mas, mesmo assim, uma  carta poderia ser postada em pequenos trechos...

Quanto à avaliação crítica desses pequenos textos, creio que ele ficaria exultante com a possibilidade de ela ser amplificada, se dar em tempo real, colaborativamente, em rede. 


O que vocês acham? Viajei?
Como sei que nem todo mundo tem o hábito de ler os comentários, vou inovar aqui e trazer os comentários para o corpo do post... assim, a discussão fica mais visível. Vamos lá com os primeiros que chegaram... depois, incorporo os demais!  
Débora Sebriam disse...
Olá Sônia, Você não viajou não, é uma boa analogia! Eu embarco na tua nave e digo que podia ser algo além de twitter! Atualizar um blog 3 vezes por semana poderia entrar. Publicar algo nos grupos do facebook e por aí vai :) Débora
Thiago disse...
Muito bom Sônia, como consultor em inovação e tecnologias na educação concordo com a utilização consciente dos meios tecnológicos. A tecnologia é um parque de diversões, além de um campo de aprimoramento e de inovação fantástico que co-criamos. Um abraço Thiago Chaer
[Infelizmente Orkut falhou totalmente nisso] RT@FAngelico

@SoniaBertocchi Paulo Freire e o Twitter  http://tinyurl.com/6jrvh79

RT:@SoniaBertocchi: Paulo Freire e o Twitter - http://tinyurl.com/6jrvh79

//#ADOREI
: "Paulo Freire e o Twitter", intrigante analogia de
@soniabertocchi e bem no clima do #porquetic
O CARA SABIA DAS COISAS! --> RT @SoniaBertocchi: Lousa Digital: Paulo Freire e o Twitter http://t.co/wvmbjKi





Em tempo: esta carta foi retirada do livro Professora sim, tia não. Cartas a quem ousa ensinar (Editora Olho D'Água, 10ª ed., p. 27-38) no qual Paulo Freire dialoga sobre questões da construção de uma escola democrática e popular. Escreve especialmente aos professores, convocando-os ao engajamento nesta mesma luta. Este livro foi escrito durante dois meses do ano de 1993, pouco tempo depois de sua experiência na condução da Secretaria de Educação de São Paulo.

27 de fevereiro de 2011

Mapa interativo:
redes sociais iberoamericanas

Passe o mouse para ver mais informações sobre as redes. Clique para acessá-las.
                                       

12 de fevereiro de 2011

Educação nos top trends?

Oops... no lugar do E, leia-se O.... mas, valeu @anabrambilla *


E comemoramos!!!

Para saber a história toda, deixo aqui o link para a matéria que a @vanerodrigues fez para o @educaredebrasil ...ela conta direitinho como foi.

EducaRede –
um case de uso estratégico das rede sociais

 

*Ana Brambilla é editora de Mídias Sociais do portal Terra 

Brambilla é professora da pós em Mídias Digitais, Comunicação e Mercado da FAG. Vai ser dela a aula inaugural do curso, dia 25 de março, com a disciplina sobre "Redes Sociais, Cultura Digital e Mídias Interativas". 

3 de fevereiro de 2011

Minha mãe está no FaceBook?

Esta é uma das grandes mudanças na demografia das redes sociais: americanos com mais idade estão aderindo à Internet e a sites de relacionamento.  

Jovens estão tendo que conviver com mães, pais e avós na rede! 

Clique na imagem para ver em tamanho grande e explorar melhor o infográfico.

Mas já adianto alguns dados:
  • 47% dos usuários têm entre 50/64 
  • 26% dos usuários têm mais de 65
Recomendo também que vejam:

  • crescimento nos anos de 09/10
  • o que esses adultos fazem na Internet
E deixo também perguntas: como será essa convivência? Como se comportarão jovens, pais e avós sabendo que estão sendo vistos pela família?  
Como fica a privacidade?

27 de dezembro de 2010

O que educadores devem saber antes de mergulhar nas redes sociais

Este infográfico, publicado originalmente pela revista Exame, foi criado para dizer a empresas em geral o que elas deveriam saber antes de aderir às redes sociais.

Entretanto, se olharmos atentamente, veremos que ele pode ser aproveitado por todos. Ou seja, o que é importante para as corporações é importante também para a pessoa física.

E, se fizermos pequenas adaptações, veremos também que esse conteúdo é muito útil para os professores que adotam as redes sociais em suas práticas. Vejam: