Alguém já tinha pensado neste conceito? Literatura de alta velocidade?
Pois é, Drummond já antecipava: "Escrever é cortar palavras".
João Cabral, na mesma linha:"Enxugar até a morte".
Hemingway: "Corte todo o resto e fique no essencial".
Seguindo à risca a lição dos mestres, chegamos aos microcontos: "miniaturas literárias" que cabem em panfletos, filipetas, camisetas, adesivos, postes, muros, tatuagens, cartão postal, hologramas, desenhos animados , arquitetura, instalação, música ... e que podem ser lidas no ônibus, no metrô e ... nas telas do computador. (Cá entre nós, um prato cheio para propostas atrativas de ensino de literatura e integração de novas tecnologias.)
O mais conhecido microconto do mundo é
de Augusto Monterroso, com 37 letrinhas.
No Brasil, Dalton Trevisan, autor dos recentes "Arara bêbada", "Capitu sou eu" e "Pico na veia" é o representante maior dessa literatura.
Para saber mais:
Pois é, Drummond já antecipava: "Escrever é cortar palavras".
João Cabral, na mesma linha:"Enxugar até a morte".
Hemingway: "Corte todo o resto e fique no essencial".
Seguindo à risca a lição dos mestres, chegamos aos microcontos: "miniaturas literárias" que cabem em panfletos, filipetas, camisetas, adesivos, postes, muros, tatuagens, cartão postal, hologramas, desenhos animados , arquitetura, instalação, música ... e que podem ser lidas no ônibus, no metrô e ... nas telas do computador. (Cá entre nós, um prato cheio para propostas atrativas de ensino de literatura e integração de novas tecnologias.)
O mais conhecido microconto do mundo é
"Quando acordou, o dinossauro ainda estava lá.",
de Augusto Monterroso, com 37 letrinhas.
No Brasil, Dalton Trevisan, autor dos recentes "Arara bêbada", "Capitu sou eu" e "Pico na veia" é o representante maior dessa literatura.
Para saber mais:
Midiologia subliminar:a literatura de alta velocidade brasileira no século XXI
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NOTA
Post publicado originalmente em 27/04/05
Republicado porque a temática continua muito atual, principalmente por causa das novas ferramentas de microblogs. Vale a pena retomar a conversa!




