29 de setembro de 2009

Os Bastidores da Web Semântica

22 de setembro de 2009

Vamos tocar juntos?

Em uma busca sobre cultura brasileira, encontrei o site A Cor da Cultura .
Imperdível!
Jogo
Indico aqui um jogo para você conhecer vários instrumentos de origem africana, ouvir o som de cada um deles e tocar junto com a banda. Para jogar, você deve escolher uma das 3 músicas. Em cada música, há um grupo de instrumentos. Você poderá escutar a música e depois tocar junto com o computador. Seus alunos vão gostar muito!
Escolha sua música e divirta-se!




Post publicado originalmente em 2006

20 de setembro de 2009

Did You Know 4.0

Did You Know 2.0

Um presente de Dia das Mães inesquecível

Em 1996, meu presente de Dia das Mães foi um "fax modem" para meu bom e velho computador. Até então, só conhecia Internet de "ouvir falar". Mas tinha muita curiosidade. Então, meus filhos, 17, 20 e 22 anos na época, tiveram a grande idéia: vamos "conectar" a mamãe!

A instalação do modem foi um parto. A conexão, um evento. As primeiras incursões, uma aventura.

Passados os primeiros momentos de inocente deslumbramento, o olhar pedagógico entrou em ação e uma pergunta começou a me atormentar: como incorporar essa novidade à minha prática já sedimentada numa experiência de 25 anos?

A questão se transformou num desafio: passar de uma usuária comum e primária do computador a uma profissi
onal de ensino que fizesse uso educativo da Internet, de uma maneira positiva e crítica. Para isso, era necessária uma visão bem fundamentada dos procedimentos pedagógicos que favorecessem a assimilação e multiplicação dos efeitos e das ações de um recurso como a Internet no processo ensino-aprendizagem. Essa visão eu não tinha e nem sabia bem como e onde buscá-la.

Nessa
época, 96, 97, assisti a acalorados debates sobre o uso da Internet na Educação. As opiniões divergiam em vários aspectos. Porém, uma idéia predominava: Internet é uma ferramenta. Só isso. Ou tudo isso, como argumentavam seus mais ardorosos defensores.

Percebi, então, que para nós, educadores, surgia uma nova ferramenta de ensino com característic
as que precisavam ser conhecidas, analisadas e exploradas com propriedade e exaustivamente. Essa foi minha tarefa durante esses dois anos.

Como a escola em que trabalhava - uma escola pública municipal da região do ABC paulista já contava com dois laboratórios de informática, com 40 computadores ligados à Interne
t, a possibilidade de usá-los para desenvolver aulas de Língua Portuguesa ficou muito mais viável.

Assim, em 98, com a ajuda de colegas, coloquei no ar um site pessoal com conteúdo
próprio para trabalhar com meus alunos do Ensino Médio. Porém, apenas uma boa infra-estrutura física não é suficiente para garantir, de imediato, a aceitação e o sucesso de projetos que tenham novas tecnologias como suporte. Antigas e consistentes convicções ficam fragilizadas, hierarquias há muito internalizadas são subvertidas, a rotina tradicional da unidade escolar é consideravelmente alterada, novos e complexos padrões se impõem com força e velocidade assustadoras.

Como professora de Língua Portuguesa, coordenadora de área e, posteriormente, coordenadora de projetos, pude, durante esses anos, dividir com meus colegas das diversas áreas, muitas dúvidas e poucas certezas, crenças e descrenças, grandes frustrações e pequenas alegrias, receios, inseguranças, anseios, desejos, revoltas e resignações quanto à possibilidade/necessidade/urgência/inexorabilidade de mudanças e inovações nas formas de desenvolver nossa atividade docente, principalmente no que diz respeito à incorporação de novas tecnologias a um processo já tão complexo por natureza.

Após passar por diferentes etapas de diferentes aprendizados e adquirir mais habilidades para "mexer com computador", consegui reunir condições mínimas para associar os recursos que a máquin
a oferece aos objetivos de uma atividade docente que os novos tempos impõem. Isso não significa muito, nem o final da tarefa, pois, com a velocidade do avanço tecnológico e a mudança da sociedade, essas condições têm que ser revistas quase que a cada dia.

A mudança
de paradigma é complexa e envolve questões de toda ordem: tecnológica, trabalhista, ideológica, cultural, psicológica, entre outras nada menos difíceis. Mas é inevitável, uma vez que "A mais nova das linguagens, a informática, faz parte do cotidiano e do mundo do trabalho. Vive-se o mundo da parabólica, dos sistemas digitais, dos satélites, da telecomunicação. Conviver com todas as possibilidades que a tecnologia oferece é mais que uma necessidade, é um direito social." (Parâmetros Curriculares Nacionais - Ensino Médio - 1999).
Obs.:
Texto publicado originalmente em 2002, no portal EducaRede. Ilustrações atualizadas.

5 passos para relaxar frente ao computador

10 de setembro de 2009

Delicious?

Cinco gerações tecnológicas

Segundo a pesquisadora Lucia Santaella, as cinco gerações tecnológicas que aumentam nossa capacidade para a produção de linguagem são seguintes:

1. Tecnologias do reprodutível (eletromecânicas): jornal, fotografia e cinema introduziram o automatismo e a mecanização da vida.
2. Tecnologias da difusão (eletroeletrônicas): rádio e TV deram origem à chamada cultura de massa, onde há um pólo emissor com uma penetração imensa entre os receptores.
3. Tecnologias do disponível: vídeo-cassete, controle remoto, walkman, DVD, TV a cabo, xerox personalizaram a recepção, colocaram disponível a possibilidade de se gravar um programa de TV, ouvir música andando na rua, tirar cópias de apenas uma parte de uma obra, etc.
4.Tecnologias do acesso: modem, mouse, software, mas, principalmente a Internet, que permite, em um clique, o acesso a uma infinidade de informações.
5. Tecnologias da conexão contínua. Telefones celulares e outras tecnologias nômades que independem de cabos e outros recursos para se ter acesso à informação.

Leia o texto "Homem e tecnologias: uma conexão contínua", de Jaciara de Sá Carvalho, na íntegra.

8 de setembro de 2009

25 ferramentas: caixa de ferramentas web para educadores

25 ferramentas : uma caixa de ferramentas para educadores - 2009
Bem, a apresentação de Jane Hart está em inglês, mas não tão difícil de entender. Mostra uma série de recursos que um educador pode usar em sua prática.
Quando tiver um tempinho sobrando, faço a tradução. Por hora, fica como registro!



7 de setembro de 2009

Os estilos de aprendizagem

As pessoas desenvolvem, ao longo da vida, maneiras muito particulares de pensar e de aprender. Seriam tendências ou estilos próprios de adquirir conhecimento, habilidades ou atitudes através da experiência ou do estudo.

Quando nos dedicamos, nós educadores, a analisar o próprio estilo e, dentro do possível, o de nossos alunos, há grande possibilidade de trabalharmos melhor os potenciais identificados, bem como de lidar com as limitações detectadas de uma maneira mais tranqüila.

Diagnóstico
Dessa forma, diagnosticar, conhecer os estilos de aprendizagem – o próprio e o do seu público-alvo - pode auxiliar educadores e pesquisadores a identificar as diferenças e selecionar estratégias ou metodologias mais efetivas em sua prática.

Aqui vai meu auto-diagnóstico obtido por meio do CHAEA - Cuestionario Honey-Alonso de Estilos de Aprendizaje:
Ativo – 17 - Reflexivo – 14 - Teórico – 12 - Pragmático – 12

Felizmente, segundo Honey y Mumford, "los Estilos de Aprendizaje de las personas no son inamovibles:
• Han evolucionado con la propia persona.
• Pueden ser diferentes en situaciones diferentes.
• Son susceptibles de mejora.
• Deben mejorarse.”

Pa
ra saber mais
Clique na imagem para saber mais sobre Estilos de Aprendizagem.

4 de setembro de 2009

Informação ou conhecimento?

40 anos de Internet


Este infográfico foi publicado
no jornal peruano El Comercio, na quarta, 2 de setembro - dia em que comemoramos os 40 anos da Internet.


A dica, via Lista CUED, é do professor Cristóbal Suárez Guerrero, Doctor en Educación
Procesos de formación en espacios virtuales, Universidad de Salamanca.


Clique na imagem para ampliar.