21 de dezembro de 2005

Tente, experimente ...

Para ganhar um Ano Novo que mereça este nome,
você, meu caro,
tem de merecê-lo,
tem de fazê-lo de novo,
eu sei que não é fácil,
mas tente,
experimente,
consciente.

É dentro de você que o Ano Novo cochila e espera desde sempre.

Carlos Drummond de Andrade

11 de dezembro de 2005

O coletivo


Todo mundo tem determinado conhecimento; ninguém sabe tudo.
O conhecimento está no coletivo. Michel Serres – Filósofo Francês

Aprender melhor

Segundo Moran, aprendemos melhor quando vivenciamos, experimentamos, sentimos, quando relacionamos, estabelecemos vínculos, laços, entre o que estava solto, caótico, disperso, integrando-se em um novo contexto, dando-lhe significado, encontrando um novo sentido. Aprendemos pelo pensamento, pelo encontro com o significado, quando interagimos com o mundo, pelo interesse, pela necessidade, pelo desejo de conhecer, de interagir com o meio social e cultural diverso.

MORAN, José Manuel. Ensino e Aprendizagem Inovadores com Tecnologia

7 de dezembro de 2005

Apreender

Como se aprende
1,0% em função do gosto
1,5% em função do tato
3,5% em função do olfato
11,0% em função da audição
83,0 % em função da visão

Como se retém
10% do que se lê
20% do que se escuta
30% do que se vê
50% do que se vê e escuta
70% do que se diz e se discute
90% do que se diz e logo se faz

Landim


4 de dezembro de 2005

Nosso trabalho imaterial

Em seu ensaio " TRABALHO IMATERIAL E POLÍTICA DO DESEJO: AS TAREFAS DO PENSAMENTO CONTEMPORÂNEO" , Guilherme Nery Atem afirma: "Como vimos, a noção de "trabalho" não cessou de variar ao longo da história da cultura ocidental - desde a carência deste conceito na Grécia antiga, passando pela idéia de "trabalho material" na Modernidade, até o surgimento do "trabalho imaterial" na Contemporaneidade."
Para quem já está no regime contemporâneo de trabalho, sugiro a leitura e uma atenção especial ao trecho em que ele aborda "o pensamento acentrado: trabalho na Contemporaneidade" e, entre as novidades do trabalho imaterial crescente, cita o computador como "a máquina que simula todas as máquinas": imaterialidade semiótica. Vale a pena.