António Granado e Elisabete Barbosa são os autores dessa obra acessível, destinada essencialmente a apresentar os weblogs como um fenômeno novo, que abre a cada pessoa, a cada grupo, a possibilidade de ser editor da sua própria informação e tomar a palavra no espaço público. E de tirar partido de uma nova ferramenta em campos tão diversos como a educação, o jornalismo, a empresa. A história e a descrição dos principais weblogs é complementada com indicações e ajudas práticas para quem queira iniciar-se nesta inovadora forma de comunicação. Weblogs - Diário de Bordo, Porto Editora, traz prefácio do Prof. Dr. Manuel Pinto, Universidade do Minho, e reserva um capítulo, o VII, especialmente para abordar blogs como ferramentas de ensino.
27 de setembro de 2005
Weblogs - Diário de Bordo
António Granado e Elisabete Barbosa são os autores dessa obra acessível, destinada essencialmente a apresentar os weblogs como um fenômeno novo, que abre a cada pessoa, a cada grupo, a possibilidade de ser editor da sua própria informação e tomar a palavra no espaço público. E de tirar partido de uma nova ferramenta em campos tão diversos como a educação, o jornalismo, a empresa. A história e a descrição dos principais weblogs é complementada com indicações e ajudas práticas para quem queira iniciar-se nesta inovadora forma de comunicação. Weblogs - Diário de Bordo, Porto Editora, traz prefácio do Prof. Dr. Manuel Pinto, Universidade do Minho, e reserva um capítulo, o VII, especialmente para abordar blogs como ferramentas de ensino.
26 de setembro de 2005
Jovens pais
Ser pais na adolescência: uma ato de coragem ou uma irresponsabilidade?Conexão XXI - Jovens Pais - discute esse tema polêmico com muita propriedade: mostra depoimentos de jovens que passaram pela experiência - o susto da notícia, a opção de aborto, a reação das famílias, dos amigos, a gestação, a incorporação do novo papel de pai e de mãe, a relação com os filhos, a mudança no cotidiano.
Mais uma vez, Gládis L.Santos está de parabéns. Uma excelente abordagem numa excelente ferramenta - o videolog, ou vlog para os íntimos. Confiram!
Vela mágica
Volta e meia, quem trabalha com formação encontra professores que, pelos mais variados motivos, têm muita dificuldade e /ou resistência em inserir novas tecnologias em sua prática.Assim, sempre estou buscando exemplos de incorporação de tecnologia no cotidiano das pessoas. Uso esses exemplos do dia a dia como argumento para motivar meus colegas a buscarem e usarem novos recursos tecnológicos tanto em sua vida pessoal quanto em sua prática pedagógica. Mas vejam o exemplo que encontrei recentemente em Braga, Portugal: um lampadário eletrônico instalado na catedral da cidade. Um não, vários. Por poucos cêntimos de euros, faz-se a luz ... sem cheiro, nem perigo de incêndio ! É a tecnologia a serviço da religião.
Sete motivos capitais
Vejamos sete motivos pelos quais um professor deveria criar um blog:1- É divertido
2- Aproxima professor e alunos
3- Permite refletir sobre suas colocações
4- Liga o professor ao mundo
5- Amplia a aula
6- Permite trocar experiências com colegas
7- Torna o trabalho visível
Vale a pena ler o texto da Dra.Betina von Staa na íntegra e ver todas essas idéias explanadas. Está publicado na seção Articulistas do portal Educacional . Você, com certeza, poderia acrescentar outros motivos. Aguardamos seu comentário.
20 de setembro de 2005
Mapas conceituais
Helder Donda, em seu Caderno Digital , fala sobre a importância de construir, reconstruir e partilhar mapas conceituais.Indica a utilização de um software - o Concept Map Tolls - para facilitar esse "hábito de pensar reflexivo".
Vale a pensa conferir o texto sobre mapas concetuais : essas "ferramentas usadas para organizar e representar um corpo de conhecimento".
Números curiosos: para reflexão
A eletricidade (1873) passou a ser utilizada por 50 milhões de usuários no mundo apenas depois
de 46 anos de existência. O automóvel foi criado em 1886 e somente 35 anos depois chegou a essa marca. O telefone (1876), idem: foram mais de três décadas para se disseminar. O rádio (1906), 22. A televisão (1926), 26. O forno de microondas (1953), 30. O microcomputador (1975), 16 e o celular (1983), 13 anos. A Internet alcançou essa marca em apenas quatro anos, entre 1995 e 1999, em seu período mais comercial. Em março de 2002, já éramos 561 milhões de pessoas plugadas à rede mundial de computadores. De acordo com cálculos do Instituto do Futuro, Califórnia (EUA), uma inovação tecnológica leva, em média, 30 anos para ser realmente absorvida pela sociedade. Será? Aguardamos comentários.
de 46 anos de existência. O automóvel foi criado em 1886 e somente 35 anos depois chegou a essa marca. O telefone (1876), idem: foram mais de três décadas para se disseminar. O rádio (1906), 22. A televisão (1926), 26. O forno de microondas (1953), 30. O microcomputador (1975), 16 e o celular (1983), 13 anos. A Internet alcançou essa marca em apenas quatro anos, entre 1995 e 1999, em seu período mais comercial. Em março de 2002, já éramos 561 milhões de pessoas plugadas à rede mundial de computadores. De acordo com cálculos do Instituto do Futuro, Califórnia (EUA), uma inovação tecnológica leva, em média, 30 anos para ser realmente absorvida pela sociedade. Será? Aguardamos comentários.
18 de setembro de 2005
História do Ceará em Rede
... e que rede: mais de 600 professores e cerca de 2000 alunos de 50 cidades cearenses!!!Tendo como tema a identidade cultural, professores e alunos participaram do projeto História do Ceará em Rede, desenvolvido pelo EducaRede em parceria com a Secretaria de Educação do Ceará.
No primeiro semestre deste ano, utilizando a ferramenta "Oficina de Criação" , que propõe um aprendizado integrado dos recursos do computador e da língua portuguesa, participaram de oficinas online, produziram textos sobre a região em que vivem e publicaram cerca de 70 livros virtuais.
Parabéns a todos os envolvidos. Deixo aqui um grande e especial abraço aos multiplicadores dos NTE´s do Ceará que participaram da formação que eu ministrei em março como início das atividades do projeto.
15 de setembro de 2005
Bate-papo com galera gaúcha
Amanhã cedo, converso com a Professora Marli e seus alunos do Colégio Pe. Colbachini. A escola está trabalhando o tema gerador "Organização dos tempos de estudo". Nesse contexto, nossa conversa deverá abordar o uso pedagógico da Internet, com enfoque na pesquisa escolar.A conversa vai acontecer na sala de bate-papo do EducaRede reservada especialmente pra essa atividade. Tenho certeza de que será muito interessante conversar com essa galera gaúcha.
14 de setembro de 2005
WebQuests: ferramenta geradora
Dica excelente do professor Jarbas N. Barato em seu Aprendente.
Sobre geradores de webquests.
"Produzir, editar e publicar uma página web exige algum conhecimento, tempo e disponibilidade de bons espaços na internet. E muitas vezes os educadores não dispõem de uma ou mais dessas condições. Por essa razão ficam impossibilitados de produzir WebQuests. Mas, o problema tende a dimunuir e até a desaparecer com o surgimento de geradores [cada vez melhores] de WebQuests. Um desses instrumentos é obra de Antonio Temprano, educador espanhol. O excelente trabalho de Temprano pode ser encontrado em phpwebquest. Uma versão da ferramenta está sendo traduzida e preparada pela equipe do linuxescola, da qual faz parte meu aluno Nivaldo Júnior. Brevemente anunciarei o endereço da versão do phpwebquest em português do Brasil."
Sobre geradores de webquests.
"Produzir, editar e publicar uma página web exige algum conhecimento, tempo e disponibilidade de bons espaços na internet. E muitas vezes os educadores não dispõem de uma ou mais dessas condições. Por essa razão ficam impossibilitados de produzir WebQuests. Mas, o problema tende a dimunuir e até a desaparecer com o surgimento de geradores [cada vez melhores] de WebQuests. Um desses instrumentos é obra de Antonio Temprano, educador espanhol. O excelente trabalho de Temprano pode ser encontrado em phpwebquest. Uma versão da ferramenta está sendo traduzida e preparada pela equipe do linuxescola, da qual faz parte meu aluno Nivaldo Júnior. Brevemente anunciarei o endereço da versão do phpwebquest em português do Brasil."
12 de setembro de 2005
Mensalão
Não há a menor sombra de dúvida: o mensalão existe. Regulamentado pela Receita Federal!
Já o neologismo mensalão, o do escândalo, é uma variante da palavra "mensalidade" . Está sendo usado para se referir a uma "suposta mesada" paga a deputados para votarem a favor de projetos de interesse do Poder Executivo.
Quem diria, hein?
Já o neologismo mensalão, o do escândalo, é uma variante da palavra "mensalidade" . Está sendo usado para se referir a uma "suposta mesada" paga a deputados para votarem a favor de projetos de interesse do Poder Executivo.
Quem diria, hein?
"Ciberdúvidas" não fecha mais !
Devido a problemas financeiros, o "Ciberdúvidas" encerraria suas atividades neste mês. Mas, graças a um acordo com a Fundação Vodafone e a uma parceria com a Porto Editora, o maior consultório de língua portuguesa na Internet continua no ar como um serviço aberto a todos. Uma notícia boa ... em setembro !!!
11 de setembro de 2005
Deu no NY Times... ..e na Folha deste domingo
ENSINO EM REDE
Cada vez mais comum, uso de aulas on-line leva professor da Índia a lecionar nos EUA sem sair de seu país.
Internet facilita educação a longa distância
Alguns minutos antes das 7h de uma manhã recente, Greeshma Salin girou sua cadeira, encarou o computador, colocou os fones de ouvido e microfone e disse, em inglês com leve sotaque: "Alô, Daniela". Segundos mais tarde, ouviu a resposta: "Alô, Greeshma". As duas começaram a conversar animadamente, até que Salin disse: ""Vamos trabalhar com os pronomes, hoje". A seguir, digitou: "Daniela acredita que Daniela deveria dar Scarlet, o cavalo de Daniela, para a irmã de Daniela". "A sentença lhe parece desajeitada?", perguntou. "O que você faria para melhorá-la?"Não há nada de incomum nesse diálogo, se não levarmos em conta que Salin, 22, está em Cochin, na costa sul da Índia, e sua aluna, Daniela Marinaro, 13, está em casa, em Malibu, Califórnia. Salin é parte da nova leva de trabalhadores indianos terceirizados: os professores particulares para alunos norte-americanos. Duas vezes por semana, já há um mês, Salin, que cresceu usando o idioma malayalam, um dos muitos idiomas indianos, está ensinando gramática inglesa, redação e compreensão de texto a Daniela. Usando uma lousa simulada em seus computadores, conectados pela internet, e uma cópia do manual empregado por Daniela, ela orienta a adolescente quanto às complexas regras dos substantivos, adjetivos e verbos.Daniela, aluna de oitava série na Malibu Middle School, disse que tira "C em inglês" e quer "tirar A", e acrescentou que nunca havia pensado muito sobre o fato de que sua professora estava a 30 mil quilômetros de distância, ainda que no começo a situação lhe parecesse "um pouco estranha". Ela e sua irmã, Serena, 10, aluna de quarta série na Malibu Elementary, são apenas duas dos 350 norte-americanos matriculados no Growing Stars, um serviço de aulas particulares on-line sediado em Fremont, Califórnia, mas que tem todos os seus 38 professores instalados em Cochin. O serviço oferece aulas particulares de matemática e de ciências e recentemente acrescentou um curso de inglês, para estudantes da terceira à 12ª série. Cinco dias por semana, às 4h30, horário de Cochin, os professores se conectam, no momento em que seus alunos norte-americanos abrem os livros para sua lição de casa, no começo da noite.A Growing Stars é uma das pelo menos meia dúzia de empresas, em toda a Índia, que estão ajudando as crianças dos Estados Unidos com suas tarefas de casa e estudos. Como em outros setores terceirizados, o fator que estimula as "lições de casa terceirizadas", como a prática se tornou conhecida, é o custo. Empresas como a Growing Stars e a Career Launcher Índia, de Nova Delhi, cobram US$ 20 por hora de um aluno norte-americano que precise de aulas particulares, ante os US$ 50 ou mais que um professor particular norte-americano cobraria. A Growing Stars paga um salário mensal de 10 mil rúpias (cerca de US$ 230, ou R$ 531) aos seus professores, duas vezes o que eles ganhariam como recém-contratados em uma escola local.Os críticos expressaram preocupação quanto à qualidade dessas aulas oferecidas. "Aulas particulares on-line não são fiscalizadas ou monitoradas de perto; há poucos padrões de referência setoriais", disse Rob Weil, diretor-assistente do departamento de questões educacionais da Federação Norte-Americana de Professores. ""A qualidade se torna uma questão mais difícil no caso das aulas particulares dadas por estrangeiros, porque a monitoração é mais difícil", disse Boria Sax, diretor de pesquisa, desenvolvimento e treinamento on-line no Mercy College, de Dobbs Ferry, Nova York. A Growing Stars está se expandindo rapidamente para acomodar estudantes da costa leste norte-americana, Canadá, Reino Unido e Austrália.Seus professores, a maioria portadores de diplomas de pós-graduação em pedagogia, têm profundo conhecimento dos temas. Passam por duas semanas de treinamento técnico, cultural e de sotaque, que inclui familiarização com as diferenças entre o inglês britânico, amplamente usado na Índia, e o norte-americano. "Eles aprendem a usar "eraser" [apagador], em lugar do equivalente indiano, "rubber" [borracha], e a compreender que "preciso tirar água do joelho" quer dizer que a pessoa precisa ir ao banheiro", disse Saji Philip, empresário de software de origem indiana, presidente do conselho e co-fundador da empresa, que trabalha em Nova Jersey. Ainda assim, a disparidade cultural é real. Em Cochin, Leela Bai Nair, 48, ex-professora com 23 anos de experiência e treinadora dos professores da Growing Stars, disse que ficou "chocada quando alunos norte-americanos de 10 anos me chamaram de Leela. Em toda a minha carreira como professora na Índia, os alunos me chamavam de "senhora'", diz. SARITHA RAY - THE NEW YORK TIMES
Tradução de Paulo Migliacci
Alguns minutos antes das 7h de uma manhã recente, Greeshma Salin girou sua cadeira, encarou o computador, colocou os fones de ouvido e microfone e disse, em inglês com leve sotaque: "Alô, Daniela". Segundos mais tarde, ouviu a resposta: "Alô, Greeshma". As duas começaram a conversar animadamente, até que Salin disse: ""Vamos trabalhar com os pronomes, hoje". A seguir, digitou: "Daniela acredita que Daniela deveria dar Scarlet, o cavalo de Daniela, para a irmã de Daniela". "A sentença lhe parece desajeitada?", perguntou. "O que você faria para melhorá-la?"Não há nada de incomum nesse diálogo, se não levarmos em conta que Salin, 22, está em Cochin, na costa sul da Índia, e sua aluna, Daniela Marinaro, 13, está em casa, em Malibu, Califórnia. Salin é parte da nova leva de trabalhadores indianos terceirizados: os professores particulares para alunos norte-americanos. Duas vezes por semana, já há um mês, Salin, que cresceu usando o idioma malayalam, um dos muitos idiomas indianos, está ensinando gramática inglesa, redação e compreensão de texto a Daniela. Usando uma lousa simulada em seus computadores, conectados pela internet, e uma cópia do manual empregado por Daniela, ela orienta a adolescente quanto às complexas regras dos substantivos, adjetivos e verbos.Daniela, aluna de oitava série na Malibu Middle School, disse que tira "C em inglês" e quer "tirar A", e acrescentou que nunca havia pensado muito sobre o fato de que sua professora estava a 30 mil quilômetros de distância, ainda que no começo a situação lhe parecesse "um pouco estranha". Ela e sua irmã, Serena, 10, aluna de quarta série na Malibu Elementary, são apenas duas dos 350 norte-americanos matriculados no Growing Stars, um serviço de aulas particulares on-line sediado em Fremont, Califórnia, mas que tem todos os seus 38 professores instalados em Cochin. O serviço oferece aulas particulares de matemática e de ciências e recentemente acrescentou um curso de inglês, para estudantes da terceira à 12ª série. Cinco dias por semana, às 4h30, horário de Cochin, os professores se conectam, no momento em que seus alunos norte-americanos abrem os livros para sua lição de casa, no começo da noite.A Growing Stars é uma das pelo menos meia dúzia de empresas, em toda a Índia, que estão ajudando as crianças dos Estados Unidos com suas tarefas de casa e estudos. Como em outros setores terceirizados, o fator que estimula as "lições de casa terceirizadas", como a prática se tornou conhecida, é o custo. Empresas como a Growing Stars e a Career Launcher Índia, de Nova Delhi, cobram US$ 20 por hora de um aluno norte-americano que precise de aulas particulares, ante os US$ 50 ou mais que um professor particular norte-americano cobraria. A Growing Stars paga um salário mensal de 10 mil rúpias (cerca de US$ 230, ou R$ 531) aos seus professores, duas vezes o que eles ganhariam como recém-contratados em uma escola local.Os críticos expressaram preocupação quanto à qualidade dessas aulas oferecidas. "Aulas particulares on-line não são fiscalizadas ou monitoradas de perto; há poucos padrões de referência setoriais", disse Rob Weil, diretor-assistente do departamento de questões educacionais da Federação Norte-Americana de Professores. ""A qualidade se torna uma questão mais difícil no caso das aulas particulares dadas por estrangeiros, porque a monitoração é mais difícil", disse Boria Sax, diretor de pesquisa, desenvolvimento e treinamento on-line no Mercy College, de Dobbs Ferry, Nova York. A Growing Stars está se expandindo rapidamente para acomodar estudantes da costa leste norte-americana, Canadá, Reino Unido e Austrália.Seus professores, a maioria portadores de diplomas de pós-graduação em pedagogia, têm profundo conhecimento dos temas. Passam por duas semanas de treinamento técnico, cultural e de sotaque, que inclui familiarização com as diferenças entre o inglês britânico, amplamente usado na Índia, e o norte-americano. "Eles aprendem a usar "eraser" [apagador], em lugar do equivalente indiano, "rubber" [borracha], e a compreender que "preciso tirar água do joelho" quer dizer que a pessoa precisa ir ao banheiro", disse Saji Philip, empresário de software de origem indiana, presidente do conselho e co-fundador da empresa, que trabalha em Nova Jersey. Ainda assim, a disparidade cultural é real. Em Cochin, Leela Bai Nair, 48, ex-professora com 23 anos de experiência e treinadora dos professores da Growing Stars, disse que ficou "chocada quando alunos norte-americanos de 10 anos me chamaram de Leela. Em toda a minha carreira como professora na Índia, os alunos me chamavam de "senhora'", diz. SARITHA RAY - THE NEW YORK TIMES
Tradução de Paulo Migliacci
Dica da Daniela Bertocchi
11 de setembro
Faltam 111 dias para acabar o ano.
Estamos no 254º dia do ano... mas quem se lembra disso hoje?
Todos se lembram do 11 de setembro !!! Ô diazinho!!! Senão, vejamos apenas três eventos:
Estamos no 254º dia do ano... mas quem se lembra disso hoje?
Todos se lembram do 11 de setembro !!! Ô diazinho!!! Senão, vejamos apenas três eventos:
- 1969 - Junta Militar edita o AI-5.
- 1973 - assassinato de Salvador Allende durante o golpe de estado que instituiu o regime militar de Pinochet no Chile.
- 2001 - ataque terrorista às Torres Gêmeas de Nova Iorque e ao Pentágono em Washington.
Sem pessimismo. A idéia é suscitar reflexões e tentar escutar o que esses mortos de setembro têm a ensinar.
Links da Wikipedia
8 de setembro de 2005
Microcontos do Carlos Seabra
Semana passada, participei de um encontro com Carlos Seabra promovido pelo EducaRede. Fiquei sabendo que, além de entender tudo sobre Comunidades Virtuais, ele escreve microcontos. Deixo aqui o link pra vcs se deleitarem... e uma amostra:
A mentira tinha pernas curtas e não alcançava a verdade.
Colocou saltos altos, mesmo sem ir muito longe, ficou bem mais charmosa.
A mentira tinha pernas curtas e não alcançava a verdade.
Colocou saltos altos, mesmo sem ir muito longe, ficou bem mais charmosa.
7 de setembro de 2005
Números curiosos: para reflexão
A eletricidade (1873) passou a ser utilizada por 50 milhões de usuários no mundo apenas depois de 46 anos de existência. O automóvel foi criado em 1886 e somente 35 anos depois chegou a essa marca. O telefone (1876), idem: foram mais de três décadas para se disseminar. O rádio (1906), 22. A televisão (1926), 26. O forno de microondas (1953), 30. O microcomputador (1975), 16 e o celular (1983), 13 anos. A Internet alcançou essa marca em apenas quatro anos, entre 1995 e 1999, em seu período mais comercial. Em março de 2002, já éramos 561 milhões de pessoas plugadas à rede mundial de computadores. De acordo com cálculos do Instituto do Futuro, Califórnia (EUA), uma inovação tecnológica leva, em média, 30 anos para ser realmente absorvida pela sociedade. Será? Aguardamos comentários.
A Coisa Aqui Tá Preta
Com título emprestado de Chico Buarque e dedicado ao combate à corrupção, à promoção do acesso à informação e a temas incidentais, surge o blog A Coisa Aqui Tá Preta, de Cláudio Weber Abramo. Excelente recurso para abordar a atual crise política brasileira em sala de aula.
Dica do Intermezzo
6 de setembro de 2005
Língua eletrônica
Voltando pra casa dia desses, ouvi na CBN uma chamada: “Pesquisadores brasileiros inventam língua eletrônica”. Atentei para a explicação da nova invenção dos pesquisadores da Embrapa Instrumentação Agropecuária, de São Carlos, São Paulo. Curiosa, ao chegar em casa, li na Internet: “A língua eletrônica ou sensor gustativo identifica rapidamente se existem contaminantes, pesticidas, metais pesados ou outros elementos em determinada substância líqüida. Ela avalia padrões do paladar como o doce, o salgado, o azedo e o amargo, em níveis não detectados pelo ser humano e diferencia bebidas com o mesmo paladar, como vinho, café, chá, leite, suco, água mineral e outras, com maior precisão que a língua humana”.
Esta ultima informação, “com maior precisão que a língua humana”, chamou minha atenção pela sugestão de uma possível disputa: uma pode mais, faz melhor que a outra, é mais eficiente, mais precisa. No fundo, a velha disputa homem X máquina. Essa idéia, instantaneamente, me remeteu ao cotidiano do educador da atualidade; as dúvidas, inseguranças, dificuldades, resistências que encontramos para incorporar uma nova tecnologia a nossa prática profissional. Veja a reflexão na íntegra.
Esta ultima informação, “com maior precisão que a língua humana”, chamou minha atenção pela sugestão de uma possível disputa: uma pode mais, faz melhor que a outra, é mais eficiente, mais precisa. No fundo, a velha disputa homem X máquina. Essa idéia, instantaneamente, me remeteu ao cotidiano do educador da atualidade; as dúvidas, inseguranças, dificuldades, resistências que encontramos para incorporar uma nova tecnologia a nossa prática profissional. Veja a reflexão na íntegra.
5 de setembro de 2005
Vlog II : a explicação
Junte duas pitadas de blogue. Adicione arquivos de vídeo a gosto. Misture antes de salvar. Essa é a receita do vlogue, um derivado dos blogues, que ganha novos temperos, conforme aumenta a largura de banda na internet e em sintonia com a disseminação de celulares multimídia e câmeras de vídeo digital baratas. Leia o texto na íntegra.
Dica do Andre de Abreu no Intermezzo
Dica do Andre de Abreu no Intermezzo
2 de setembro de 2005
Vela mágica
Volta e meia, quem trabalha com formação encontra professores que, pelos mais variados motivos, têm muita dificuldade e /ou resistência em inserir a tecnologia em sua prática.Assim, sempre estou buscando exemplos de incorporação de tecnologia no cotidiano das pessoas. Uso esses exemplos do dia a dia como argumento para motivar meus colegas a buscarem e usarem novos recursos tecnológicos tanto em sua vida pessoal quanto em sua prática pedagógica. Mas vejam o exemplo que encontrei recentemente em Braga, Portugal: um lampadário eletrônico instalado na catedral da cidade. Um não, vários.
Por poucos cêntimos de euros, faz-se a luz ... sem cheiro, nem perigo de incêndio !!! Religião e tecnologia!!!
Avaliação: o combinado não sai caro
Em tempos de Internet, a necessidade de encontrar formas de avaliação adequadas às novas práticas pedagógicas surge com mais premência. O como e o o quê avaliar apresentam-se como desafios maiores do que sempre foram.
Diante da oferta de informação em quantidade e velocidade assustadoras, como avaliar, por exemplo, uma das atividades mais comuns na Internet: a pesquisa? Como avaliar o resultado final dos esforços dos alunos?
Aqui estão alguns subsídios para se pensar uma avaliação adequada desse tipo de atividade que usa a Internet como recurso.
Diante da oferta de informação em quantidade e velocidade assustadoras, como avaliar, por exemplo, uma das atividades mais comuns na Internet: a pesquisa? Como avaliar o resultado final dos esforços dos alunos?
Aqui estão alguns subsídios para se pensar uma avaliação adequada desse tipo de atividade que usa a Internet como recurso.
1 de setembro de 2005
Santiago de Compostela: outros caminhos
Santiago de Compostela, situada na Galícia, Espanha, é conhecida como centro internacional de peregrinação. Quem chega tem especial interesse pelo aspecto religioso e histórico da cidade, pelos seus inúmeros monastérios, conventos, igrejas. Mas é importante também conhecer os "outros caminhos" de Santiago de Compostela.No último final de semana optei por uma rota alternativa: a tecnológica.
Motivo maior: tempo curto e vontade imensa de "ver" tudo.
Visitei a Galicia Dixital e, numa vizualização panorâmica de 360, observei, em movimento, lugares emblemáticos dos diversos Caminhos de Santiago. Em uma montanha russa viajei pelos céus e pelos subterrâneos de Compostela. Passeei pela Galícia através de imagens em tempo real. Uma aventura, uma peregrinação virtual a poucos metros de uma catedral datada do ano 813, numa praça medieval. Tecnologia e passado convivem muito bem! Vale a pena conferir a versão on line dessa exposição multimídia.
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